Mossoró-RN, de 2009
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CARLOS AUGUSTO

Amigo, que ingratidão, nós aqui torcendo pra seu time não cair e você não faz nenhum
comentário sobre a grande vitória do URUBU, o grande campeão de 2009.
Os parabéns pela escapada da degola e um grande abraço.
Carlos Augusto Ribeiro. Natal – 7/12/09.

 

 

FRANCISCO BEZERRA

Caby; levo ao conhecimento dos meus conterrâneos parte da rotina de um mossoroense aposentado que vive em São Paulo há 40 anos.
Levantar cedo, isto porque o costume virou hábito, ligar o computador, navegar na Rede Mundial, clicar no favorito AZOUGUE.COM e imaginar viajando no tempo.

CABY - Ler a crônica que relata fatos novos ocorridos na terrinha.

EMERY COSTA - Que relata muito bem fatos da política local e região.

MOSSORÓ MEU XODÓ - Imaginar tomando um cafezinho no Pavilhão da Praça Rodolfo Fernandes.

DA ÉPOCA - Rever fotos dos tempos em que se ficava até altas horas nos bancos das praças sem nenhuma preocupação com a violência, pois só tínhamos dois conhecidos amigos do alheio (Vaca Velha e Farinha com Sal) e que nunca praticaram sequer um furto.

PRESEPADAS - Para rir um pouco, afinal ninguém é de ferro.

Passar pelos demais ícones e ler o que não leu no dia anterior e partir para o trabalho, afinal aposentadoria no Brasil não satisfaz as necessidades básicas de nenhum contribuinte.

Em São Paulo, nos colocamos a sua disposição, um grande abraço.

Francisco Bezerra Alves -
Maria Salete de Oliveira Alves – São Paulo – 10/12/09.

 

 

RUBENS COELHO

 

Camaradinha Caby,
seu blog ou site? Não sei definir direito as coisas de computador. Seja lá o que for, está ótimo. Li com lágrimas nos olhos a entrevista de Gagaça. Vejo as fotos do saudoso Dix-huit e tia Naide. Ô tempo danado, vai levando os amigos e nos deixando cada vez mais sozinhos. Agora recebemos a triste notícia da morte do nosso querido doutor Fred Miranda.
Certa feita, conversando com o prefeito Dix-huit, quando ele tinha completado, se não me engano, 84 anos, perguntei-lhe o que era ter 84 anos, e ele me respondeu: "É muito ruim, pois vamos ficando sem os amigos, que morrem antes da gente". É a mais pura verdade. Mas, é a vida, já começamos a morrer quando nascemos, né mesmo? Que Deus lhe dê muita saúde e paz. É o meu desejo sincero.

Forte abraço
Rubens Coelho – Mossoró – 17/12/09.

 

 

GEORGE LEITE

Amigo Caby: aproveito o prestígio do azougue para propor uma campanha que lancei como desafio à turma do Colégio Diocesano formada no ginasial no ano de 1967, cujo teor é o seguinte:

"SALVEM O RIO MOSSORÓ". Retornando à boa terra, depois de uma longa ausência de mais de quarenta anos, achei nossa cidade maravihosa, com muitas coisas bonitas feitas com dinheiro advindo do petróleo. Mas ao me deparar com as águas verdes e malcheirosas, cheias de aguapé, do Rio Mossoró me assaltou um banzo tremendo. Saudade do meu velho rio, onde aprendi a nadar e que quase me levou em suas águas limpas. Saudade das pescarias feitas às suas margens, quando pegava piabas, traíras, piaus e, às vezes, curimatã. Saudade dos passeios nos barquinhos feitos pelo Rogério Dias, que durante algum tempo foi à coqueluche (nossa, que termo demodèe! Ai meu Deus, demodèe também é demais! Socorro, virei um dinossauro!!!! - melhor diria: o termo coqueluche é "out") da terrinha, com toda moçada remando nos fins de semana. Saudade do banho de rio nas adjacências do Sítio Canto do Iara, dos passeios de bicicleta até Passagem de Pedra, onde se tomava banho na barragem. Saudade também da barragem ali por trás das oficinas do velho Ciarlini, gente boa, de primeira, onde íamos até o parapeito para assistir ao espetáculo maravilhoso e assustador das enchentes. Uma vez assisti uma cena que marcou indelevelmente minha vida: um garoto, durante uma dessas cheias, estava se afogando no porão da barragem, onde se formava um redemoinho. Uma multidão assistia, aflita e desesperada, ele subir e descer no redemoinho. Ninguém fazia nada, ninguém se atrevia a desafiar a força formidável da natureza em fúria. De repente parou um carroceiro em pé na sua carroça e, sem nada falar, pegou uma corda que tinha consigo, amarrou na cintura, e a outra ponta num pilar, e tchbum! Pulou no rio e agarrou o menino. Depois de muito esforço, já com a ajuda das outras pessoas, conseguiu sair das águas revoltas, resgatando das suas entranhas aquele garoto. Foi uma cena grandiosa e inesquecível. A bravura e a coragem do humilde carroceiro nunca saíram da minha mente. Essas pessoas são o sal da terra. Gente simples, sem grandes pretensões, que fazem a grandeza da nossa terra e do nosso País. Enfim, o rio é um patrimônio histórico e ambiental de valor incomensurável. Não é digno das tradições de Mossoró aceitar a transformação dessa maravilha da natureza num charco imundo, cheio de tifo, disenteria e dengue. O rio é um elemento paisagístico importante para nossa terra que tem de renascer. Lembro aqui o que fizeram os franceses, que limparam o Rio Sena e transformaram suas margens no lugar mais aprazível de Paris. Ou no exemplo dos ingleses, que fizeram (antes, aliás) a mesma coisa com o Tâmisa. Imaginem como ficaria nossa querida Mossoró com um pier iluminado às margens de um rio límpido de águas cristalinas, cheio de barzinhos, clubes e churrascarias (como O Sujeito). Já imaginaram como seria importante para o meio ambiente e também para a própria cidade apresentar o rio plenamente integrado à paisagem urbana, com atividades de lazer, turismo, esportes aquáticos, barcos... Nossa! Seria simplesmente maravilhoso! É isso aí, gente. Muitos de nós têm acesso privilegiado a alguns "mandões" da terra. Alguns que a gente pode até "puxar as orelhas". E o que não falta são empreendedores capazes de desenvolver um projeto urbanístico com o aproveitamento das margens do nosso rio. É só começar. Como vocês vêem, continuo sonhador e visionário. Acho que, de fato, nunca deixei de ser criança. E como é bom sê-lo! A gente pode até falar algumas besteiras, mas os nossos amigos virão nos ajudar com uma palavra amena e de tolerância: "ele é assim mesmo. Meio doidinho, mas é gente nossa!" E ama como ninguém a terra em que nasceu, porque, crianças, não vi ainda lugar nenhum como este! É isso aí, amigos. Um abraço fraterno a todos. E muito obrigado por vocês existirem! – George Leite – Brasília – 18/12/09.

 

WILSON LEÃO

 

Mais uma vez agradeço sua cortesia e trabalho de nos manter informados sobre os desdobramentos da festa.
Pelo jeito, o seu site aqui tem vários fãs mossoroenses, sendo o seu maior entusiasta (pelo menos até o momento) o Dr. Judson Alves Barbosa, mais conhecido por Judson. Ele sabe tudo e faz questão de propagandeá-lo. Assim, falando por ele e por mim, receba de nós um forte abraço e desejo de permanente sucesso para o seu empreendimento extremamente informativo e simpático.
José Wilson Mendes Leão –Rio Branco – Acre – 19/12/09.

 

 

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