Greve
do Detran continua firme e forte no Rio Grande do Norte
Após ter paralisado durante uma semana
os serviços do Departamento Estadual de Trânsito
(Detran) unidade local, os servidores efetivos do órgão
decidiram reintegrar o movimento paredista para obtenção
de melhorias a partir de hoje.
Segundo o coordenador da regional
Mossoró do Sindicato
dos Servidores Públicos da Administração
Direta e Indireta do RN (Sinai), Hermes Oliveira, os trabalhadores
resolveram aderir novamente à greve devido ao fortalecimento
do movimento em todo o Estado. "Durante a assembleia geral
de avaliação da paralisação em
Natal, os servidores votaram pela continuidade. Já os
trabalhadores efetivos da cidade avaliaram a resistência
e a força da greve, e decidiram para os atendimentos",
revela coordenador da entidade sindical.
A partir de hoje os serviços onde há a atuação
direta dos funcionários efetivos do órgão
estarão paralisados. "Os setores são os
de registro e cadastro. Os demais, onde há estagiários
e trabalhadores cedidos funcionam, porém os setores
paralisados são essenciais. Os usuários podem
até iniciar os processos, mas eles não serão
concluídos", explica Hermes.
O coordenador informa que para
pressionar o Governo do Estado os servidores de diversos
pontos do RN irão ao município
de Caicó encontrar com o governador Iberê Ferreira. "Caravanas
de trabalhadores do Detran estão se dirigindo hoje para
Festa de Sant’Ana para fazerem suas reivindicações,
nessa sexta-feira (30) ficaremos mobilizados defronte ao prédio
da Central do Cidadão, onde funciona o órgão
e realizaremos várias ações", conta
Hermes Oliveira.
Os servidores efetivos reivindicam
a readequação
da grade progressão que garante o reajuste salarial
em torno de 13%, além da realização de
concurso público pendente desde 2006. "Em todo
o Estado o número de funcionários efetivos do
Detran gira em torno de 30%, enquanto o restante é formado
por estagiários, comissionados ou cedidos", revela
o coordenador do Sinai.
Dilma
Rousseff discursa em Natal e garante que Petrobras não
sai do RN Bruno Barreto
Editor de Política
A candidata à Presidência da República
Dilma Rousseff (PT) firmou compromisso com o Rio Grande do
Norte pela manutenção dos serviços da
Petrobras no Estado.
Questionada pela reportagem
do O Mossoroense, ela disse que em hipótese alguma a emenda ao projeto de lei que regulamentou
a exploração do pré-sal, que consta a
autorização da exploração de campos
maduros (muitos deles em Mossoró) pela iniciativa privada
será aplicada.
Ela disse que a autorização inclusa na emenda
do deputado federal Daniel Almeida (PC do B/BA) não
será levada em consideração em um eventual
governo dela. "Não existe essa possibilidade. Essa
possibilidade não existe hoje nem em momento algum.
A Petrobras não sai do Rio Grande do Norte. Não
há o que faça a Petrobras sair do Rio Grande
do Norte. Não sai no governo do presidente Lula e no
meu governo muito menos", frisou.
Quando tratou de questões nacionais, Dilma rebateu
a acusação da também candidata à Presidente
Marina Silva (PV), de que a petista não teria compromisso
com as questões ambientais. "Nós temos levado
a sério as questões ambientais das obras do PAC.
Levamos a sério no período em que ela era ministra
do Meio Ambiente e levamos no momento em que o Minc era ministro
do Meio Ambiente. Tanto levamos a sério que depois que
ela saiu o ministro Minc mostrou dados de desmatamento no período
e ele caiu de 27 mil quilômetros quadrados para 7 mil. É o
menor desmatamento da história e tudo indica que isso
continuará. Temos uma política rígida
contra a comercialização de madeira extraída
da Amazônia", concluiu.
Ela falou também que não preocupa o discurso
do candidato do PSDB, José Serra, que tenta incutir
medo entre os eleitores. "A esperança faz com que
sejamos movidos. Antes havia o medo, a esperança venceu
e vai vencer de novo porque nós temos os indicadores
sociais, os investimentos em educação e 14 milhões
em empregos gerados para vencer o medo", argumentou.
A candidata do PT voltou a
tratar com ironia o fato de a senadora Rosalba Ciarlini (DEM),
candidata ao Governo do Estado, e o
senador José Agripino (DEM), que disputa à reeleição,
fazerem elogios a Lula e adotarem o discurso de oposição
moderada. "É que se posicionaram contra projetos
como o Prouni que tinha o objetivo de atender à população
de baixa renda que jamais sonhou estudar em uma universidade
pública ou privada. O DEM entrou no Supremo Tribunal
Federal (STF) contra o Prouni pedindo inconstitucionalidade.
Eles foram contra o programa. Sempre chamaram o Bolsa Família
de 'bolsa esmola'. Eles querem posar de equilibrados e que
fizeram uma oposição civilizada. Eles eram contra
o governo Lula do primeiro ao último dia. Lamento muito
isso. Eles têm o direito de fazer a crítica porque
esse é um direito democrático. Só não
podem ter posições que criem confusão
na cabeça do eleitor", alfinetou.
Candidata
firma seu compromisso com a educação
e o desenvolvimento tecnológico
Em palestra aos participantes
da 62ª Reunião da
Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)
a candidata à Presidência da República,
Dilma Rousseff (PT), defendeu o desenvolvimento tecnológico
como forma de melhorar os índices sociais no Brasil. "Precisamos
da educação de um lado e do desenvolvimento científico
do outro. Tenho orgulho de fazer parte de um governo que fez
da ciência um instrumento de desenvolvimento", afirmou.
Ela disse que o número de bolsas do CNPQ e CAPS dobrou
entre 2007 e 2008. "Saímos de um patamar baixo
para R$ 40 bilhões em investimentos. Foi justamente
um torneiro mecânico que teve essa visão",
acrescentou.
Ela disse que o projeto de
nação do presidente
Lula que ela quer dar sequência passa por toda a comunidade
científica nacional. "Não falamos do ponto
de vista de quem promete, mas de quem fez os indicadores sociais
do país melhorarem e acabou com aquela história
de dependência ao FMI", disse.
A candidata destacou a importância do evento e fez um
breve relato sobre as participações dela nos
encontros no passado. "A SBPC tem uma importante contribuição
não só para o desenvolvimento da ciência,
mas também na luta pela liberdade de pensamento num
momento em que ela era reprimida", frisou.
Ela disse que durante o governo
Fernando Henrique Cardoso (1995-02) as universidades federais
foram sucateadas e o ensino
técnico travado por uma lei. "Mudamos essa realidade",
concluiu.
A ex-ministra disse que o Brasil
mudou a postura em relação
as empresas que decidem investir no país. "Nós
temos tido o hábito de exigir transferência de
tecnologia dos países que querem investir no Brasil.
Fizemos isso na TV digital. O desenvolvimento da Coreia (do
Sul) e do Japão passou por isso", acrescentou.
Petista
destaca avanços
sociais e defesa dos direitos da mulher no encontro da SBPC
Ao falar de questões sociais, Dilma Rousseff reforçou
o compromisso com a erradicação da pobreza e
defesa dos direitos das mulheres.
Ao falar dos avanços sociais, ela disse que mais de
24 milhões de pessoas no Brasil deixaram a linha de
pobreza. "Meu compromisso é com erradicação
da miséria porque muitos ainda ficaram nessa condição.
Vamos levá-los à classe média. Vamos conduzir
os brasileiros a essa nova realidade. É preciso governar
olhando para os miseráveis trabalhando pelo crescimento
econômico com distribuição de renda",
acrescentou.
Sobre as mulheres, Dilma disse
ser necessário que seja
feito um investimento no setor habitacional com o objetivo
de incentivar que as casas fiquem em posse das mulheres. "Quando
as famílias se desagregam o homem sai de casa e deixa
a mulher com os filhos. Ela não pode ficar em situação
vulnerável", declarou.
A ex-ministra disse que representa
as mulheres que saíram
de casa para demonstrar força e competência. Ela
destacou a importância de fazer a Lei Maria da Penha
ser cumprida. "A Lei Maria da Penha tem que funcionar
do Oiapoque ao Chuí", garantiu.
Ao comentar o governo Lula,
Dilma disse que a administração
mudou a autoestima dos brasileiros. "Tenho orgulho de
fazer parte das transformações desse governo
que mudou uma questão cultural do país",
completou.
Miscelânia política
acompanha toda a agenda de Dilma
Uma verdadeira miscelânia política esteve cumprindo
uma agenda comum em plena campanha: acompanhar as atividades
do presidente Lula. Todos estavam à espera da candidata
do PT desde cedo no Aeroporto Augusto Severo, em Parnamirim.
Da coligação "Vitória do Povo" encabeçada
pelo governador Iberê Ferreira de Souza (PSB), que tenta à reeleição,
estiveram presentes o próprio chefe do Executivo estadual,
as deputadas federais Sandra Rosado (PSB) e Fátima Bezerra
(PT), os deputados estaduais Fernando Mineiro (PT) e Larissa
Rosado (PSB). Dos políticos atualmente sem mandato destaque
para os candidatos ao Senado, Wilma de Faria (PSB) e Hugo Manso
(PT).
Da coligação "Coragem para Mudar" estavam
presentes o ex-prefeito Carlos Eduardo (PDT) ao lado do candidato
a vice Álvaro Dias (PDT) e o postulante ao Senado, Sávio
Hackradt (PC do B).
Da coligação "Por um RN Melhor" estavam
os candidatos à reeleição deputado federal
Henrique Alves (PMDB) e o senador Garibaldi Filho (PMDB). A
ausência percebida foi do deputado federal João
Maia (PR).
Entre os prefeitos destaque
para o prefeito de Parnamirim, Maurício Marques (PDT), e de Lajes, Benes Leocádio
(PP), que preside a Federação dos Municípios
do Rio Grande do Norte (Femurn).
Previdência
Social é responsável pela renda de 23,8% dos potiguares Os
benefícios pagos pela Previdência Social são
uma das principais fontes de renda para milhares de famílias
da maioria dos municípios do Rio Grande do Norte.
Segundo o Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada
(Ipea), 23,8% da renda das famílias potiguares vêm
de transferências previdenciárias e programas
assistenciais do governo.
A importância desse dinheiro pode ser constatada se
comparada com a principal receita das prefeituras, o Fundo
de Participação dos Municípios (FPM),
que, em sua maioria, fica aquém do que é pago
aos segurados da Previdência Social.
Muitas cidades do interior
sobrevivem dos benefícios
pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e são
os aposentados e pensionistas que mantêm a economia
dessas cidades.
O comércio vive em função da venda
de seus produtos a essa clientela e os 10 dias úteis
do pagamento do INSS garantem a circulação
do dinheiro. Nas agências bancárias e nos Correios,
por meio dos quais muitos recebem os pagamentos, o movimento
aumenta consideravelmente.
Desde a segunda-feira, 26,
até 6 de agosto, a Previdência
Social paga R$ 258 milhões a 471.268 aposentados e
pensionistas, distribuídos nos 167 municípios
do Rio Grande do Norte. Desse montante, R$148 milhões
serão para 226.451 segurados urbanos e R$ 109 milhões,
a 244.817 rurais.
Estes recursos exercem influência na economia das
cidades interioranas. Um exemplo é Pau dos Ferros,
a 400 quilômetros de Natal, com 27.809 habitantes,
localizada na região Oeste potiguar. Naquela cidade,
o INSS pagou, no mês de junho, R$ 4,6 milhões
a 9.620 benefícios. Para o prefeito Leonardo Rego, "esses
pensionistas e aposentados revertem esse dinheiro em compras
e aquisição de serviços, o que mantém
a economia municipal e até regional".
Nas cidades do interior as
feiras livres são conhecidas
como as "feiras do velho", em alusão a essa
clientela que tem o poder aquisitivo na cidade e que consegue
movimentar a renda nos mercadinhos, mercearias e lojas. Até os
ambulantes lucram com o pagamento de benefícios ao
montarem suas barracas próximas a bancos, lotéricas,
Correios (onde funciona os Bancos Postais).
Comércio sente injeção
direta de recursos
Diante da dimensão do valor repassado aos potiguares,
os dias de pagamento são comemorados pelos comerciantes
como os de melhor movimento.
Os ambulantes se multiplicam,
vendendo CDs, confecções,
redes, sacolões com alimentos de primeira necessidade
e até bancas para comercializar carnes são
montadas nas proximidades dos órgãos pagadores.
Os pagamentos dos benefícios da Previdência
Social sustentam a economia de boa parte dos municípios
brasileiros. Essa é a única renda que a maioria
das famílias recebe pelo país afora.
Na maioria dos municípios do RN, o pagamento de benefícios
previdenciários supera o Fundo de Participação
dos Municípios (FPM). Para o gerente do Banco do Brasil
em São José de Mipibu, Cleiton Moreira, "a
economia da maioria das cidades do interior nordestino depende
muito dos segurados do INSS. Certamente isto ajuda muito à economia
dos municípios".
Em São José de Mipibu, distante 31 quilômetros
da capital, o Banco do Brasil pagou no mês de junho
R$ 2,4 milhões a 4.839 benefícios da Previdência
Social, enquanto a prefeitura recebeu R$ 946.356,54 de transferência
federal. "É uma importante injeção
de recursos na economia mipibuense. O INSS e a prefeitura
são os grandes motores do desenvolvimento do município,
fazendo circular recursos e propiciando a geração
de emprego e renda na cidade", diz a prefeita Norma
Ferreira.
Comitês
financeiros devem prestar contas ao TSE até dia
3 de agosto
A partir de hoje, 28, os candidatos,
comitês
financeiros e partidos políticos devem encaminhar à Justiça
Eleitoral os relatórios parciais discriminando os recursos
em dinheiro que tenham recebido para financiamento da campanha
eleitoral e os seus respectivos gastos realizados até o
momento. O relatório parcial dos gastos deve ser entregue
até o dia 3 de agosto.
Para elaboração da prestação de
contas parcial, candidatos, comitês financeiros de campanha
e partidos políticos deverão utilizar o Sistema
de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE). O sistema
está disponível para download no sítio
do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), www.tse.gov.br.
De acordo com o TSE, a divulgação da primeira
prestação de contas parcial está prevista
para o dia 6 de agosto, no sítio do órgão.
No espaço, serão publicados os saldos de receita
e despesa de candidatos, comitês financeiros e partidos,
conforme dispõe o artigo 28 (parágrafo 41) da
Lei 9.504/97.
O TSE destaca que entre os
dias 28 de agosto e 3 de setembro os candidatos, comitês financeiros e partidos têm
de apresentar a segunda prestação de contas parcial,
cujos dados deverão ser divulgados pela Justiça
Eleitoral no 6 de setembro.
Segundo o órgão, a indicação dos
nomes dos doadores e os respectivos valores doados somente
serão exigidos na prestação de contas
final, que deve ser entregue em 2 de novembro. O órgão
enfatiza que quem for disputar o segundo turno deve apresentar
as contas referentes aos dois turnos no dia 30 do mesmo mês.
Aumento
do consumo de energia no RN supera média nacional O crescimento no consumo de
energia elétrica
no Rio Grande do Norte superou a média nacional no mês
de junho e no primeiro semestre deste ano, em comparação
com os mesmos períodos do ano passado.
O levantamento realizado pela
Empresa de Pesquisa Energética
(EPE), do Ministério de Minas e Energia, registra que,
em junho, o crescimento no consumo de energia elétrica
no país ficou em 11,1% e no semestre 9,9%.
Os dados registrados pela Companhia
Energética do Rio
Grande do Norte (Cosern) revelam que o crescimento do consumo
no Estado ficou em 19,6% em junho (8,5% a mais que a média
nacional) e 11,2% no semestre (1,3% superior à média
brasileira).
O consumo de energia no Rio Grande do Norte, em junho, foi
de 383.208 megawatts-hora (MWh). No primeiro semestre deste
ano, o consumo chegou a 2.232.679 MWh.
O acréscimo nos índices de consumo de energia
elétrica nos primeiros seis meses do ano no Estado é atribuído
ao incremento de consumo em todos os segmentos de consumidores.
Os três segmentos que mais contribuíram para
a elevação nos índices de consumo no semestre
foram os clientes da classe residencial (13,7% superior), industrial
(11,3% a mais) e comercial (10,7%).
RESIDENCIAL
O consumo médio per capita da classe residencial potiguar
no primeiro semestre deste ano foi maior que o registrado nos
demais estados da região Nordeste. Enquanto o consumo
no RN consumo médio de 135 kWh/mês a média
do Nordeste ficou em 107 kWh/mês.
Os principais responsáveis pelo elevado índice
de consumo do semestre na classe residencial foram os fatores
climáticos e econômicos. As altas temperaturas
e o registro de poucas chuvas neste período, em comparação
a 2009, motivaram o consumidor a usar mais os aparelhos de
refrigeração, causando a elevação
no índice de consumo.
O aquecimento da economia também motivou a elevação
proporcionando maior utilização e compra de aparelhos
eletrodomésticos. Estes fatos foram proporcionados em
virtude do aquecimento no mercado de trabalho, da geração
de novos postos de trabalho, do aumento no valor do salário
mínimo, acréscimo no número de beneficiados
com os programas de transferência de renda do Governo
Federal, reajuste das aposentadorias e condições
de créditos favoráveis que passaram a ofertar
prazos de pagamentos mais longos.
Crescimento
industrial atende a vários segmentos
No primeiro semestre deste
ano, o consumo de energia elétrica
da classe industrial do Estado totalizou 613.629 MWh, correspondendo
a 11,3% a mais que os seis primeiros meses do ano passado.
A evolução do consumo de energia reflete o desempenho
da produção industrial que até abril deste
ano, segundo dados do IBGE, cresceu 18% em todo o país.
O IBGE aponta ainda que a evolução da indústria
ocorre em quase todas as atividades pesquisadas. O efeito também é o
mesmo registrado no Estado.
No primeiro semestre do ano
o consumo da classe comercial totalizou 427.215 MWh, acréscimo de 10,7% nos seis primeiros
meses de 2010, em comparação a 2009, dando continuidade
ao ritmo crescente que em 2009 registrou crescimento de 4,8%.
O crescimento no consumo comercial
tem ocorrido devido ao aumento do poder aquisitivo das famílias, motivado pela
abertura de novos pontos comerciais e a ampliação
dos já existentes. Muitos destes imóveis comerciais
possuem elevado padrão de consumo com climatização,
automação e iluminação decorativa,
que resulta num significativo crescimento no consumo da classe.
Somente o segmento do comércio varejista registrou crescimento
de 12,0% no semestre.
O aumento do fluxo no setor
turístico potiguar neste
primeiro semestre, que acontece devido ao crescimento do poder
aquisitivo das famílias brasileiras, refletiu no segmento
de alojamento e alimentação que registrou elevação
de 15,4% no consumo de energia. (Fonte:
O Mossoroense)
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