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O BRASIL QUE PRODUZ

Numa semana atribulada na área política com, dentre outros percalços para o Governo Central, o Tribunal de Contas da União (TCU), à unanimidade dos seus Ministros, opinando tecnicamente pela reprovação das contas da Presidente da República, ano calendário de 2014, em função das diatribes pedaladas fiscais que chegaram a ostensivos R$.106 bilhões, parecer que vai ser apreciado pelo Congresso Nacional; O TSE – Tribunal Superior Eleitoral mandando rever contas da campanha presidencial de 2014; E com a tímida base parlamentar situacionista, empossando ministros de estado escolhidos para alargá-la, o que na prática não se consolidou, a ponto de não se poder votar vetos presidenciais, mesmo assim surgiu, como pauta positiva no empreendedorismo uma gratificante afirmação - O Brasil deverá ter uma produção recorde de soja acima de 102 milhões de toneladas na temporada 2015/16, estimou sexta-feira, dia 09 de outubro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com um crescimento da área plantada e expectativa de um clima favorável. Em seu primeiro levantamento para a safra cujo plantio está começando, a Conab projetou uma colheita de soja entre 102,1 milhões e 102,9 milhões de toneladas, o que superaria a maior marca da história, de 96,2 milhões de toneladas, registrada em 2014/15, segundo a Conab, que apontou também exportações recordes de 53 milhões de toneladas da oleaginosa em 15/16. É um fato importante, meu caro leitor, isso dá uma sustentação muito grande na balança comercial e traz segurança ainda maior dentro do contexto de produção brasileira .A safra de soja crescerá com um aumento de até 3,6 por cento no plantio, para 33,2 milhões de hectares. Por outro lado, a safra de milho deverá ter leve queda ante a temporada anterior para 82,6 milhões a 83,6 milhões de toneladas, ante 85,5 milhões de toneladas em 14/15.A área plantada de milho poderá recuar até 2,7 por cento, para 15,4 milhões de hectares, com produtores privilegiando a soja na safra de verão. O Brasil, como já preconizara em 1500 na famosa carta do descobrimento da lavra de Pero Vaz de Caminha ao reino de Portugal, em se plantando tudo dá. Temos as maiores reservas de minério de ferro do mundo, o maior rebanho bovino do planeta, supremacia absoluta na avicultura, somos um dos campeões mundiais na produção de café, de feijão, de laranja, de cana de açúcar e frutas frescas em geral. A agricultura no Brasil já é vista hoje como a semente que pode transformar o país e levá-lo a uma condição de incontestável respeito e mesmo espanto no mercado internacional, vindo a assumir esse destacado papel que lhe cabe na economia mundial. Tem havido falta de regras claras e políticas governamentais sólidas, deixando empresas e agricultores em descompasso. Mas tais constatações da nossa pujança, mesmo numa crise econômica tão forte como a que atravessamos no momento, não deixa de ser um alento aos nossos graves erros governamentais percalços continuados.

EUA, Japão e mais 10 países fecham acordo comercial regional histórico.

Após oito anos de negociações, Estados Unidos, Japão e mais 10 países fecharam em Atlanta, EUA, a Parceria Transpacífico, no que o jornal americano "The New York Times" definiu como o maior acordo comercial regional da história. A aproximação entre esses parceiros, formalizada nesta segunda-feira (5), pode fazer com que o Brasil tenha mais trabalho para conseguir espaço para alguns de seus produtos, como frango e açúcar, em mercados importantes. Discutida por cinco dias seguidos, a TPP, na sigla em inglês, abrange 40% da economia global. O texto final deve ser disponibilizado dentro de um mês. Além da derrubada de barreiras tarifárias entre os países, o tratado prevê regras uniformes de propriedade intelectual e ações conjuntas contra o tráfico de animais selvagens e outras formas de crimes ambientais, por exemplo. Com isso, tem o potencial de influenciar desde o preço do queijo ao custo de tratamentos de câncer. Ele inclui, além de EUA e Japão, Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Cingapura, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru e Vietnã. Economias asiáticas como a Coreia do Sul, Taiwan e Filipinas, e sul-americanas como a Colômbia, já estão na fila para aderir. O acordo ainda deve passar por discussão no Congresso americano e Parlamentos de outros países envolvidos. Caso seja aprovado, pode vir a ser uma das maiores conquistas do governo do presidente Barack Obama e deve ajudar a contrabalançar a influência chinesa sobre o comércio no Pacífico.

Juros do cheque especial atingem maior nível em 20 anos, diz Procon.

Os juros do cheque especial (o "limite" extra da conta corrente no banco) chegaram a 12,28% ao mês em outubro. Esse é o maior nível desde setembro de 1995, quando a taxa era 12,58%, segundo pesquisa da Fundação Procon-SP divulgada nesta quinta-feira (8). Em relação ao mês anterior, quando a taxa média de juros de cheque especial foi de 11,90%, houve aumento de 0,38 ponto percentual. Das sete instituições financeiras que fazem parte da pesquisa, cinco aumentaram a taxa do cheque especial na comparação com setembro.

ELVIRO REBOUÇAS É ECONOMISTA E EMPRESÁRIO

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