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Sérgio Oliveira

sergio oliveira

 

A questão é, comportamento. Luta-se no esporte para acabar com a violência nos estádios de futebol e para isso alguns comportamentos precisam mudar. Por exemplo, o jogador que atua em seu campo ou no campo do adversário, o que é mais grave, e no momento do gol leva o dedo a altura da boca no gesto de mandar a torcida contrária ficar calada. Isso é perigoso, pode provocar uma reação inesperada e, nada esportiva das arquibancadas.
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Então, o que fazer ainda relacionado ao tema acima? Primeiro esperar que o atleta se comporte como verdadeiro profissional e não um moleque provocador de confusões. Se isso não funcionar, como não tem funcionado, é hora então de orientar a arbitragem para punir o provocador. Outra saída seria esperar que o próprio clube pudesse fazê-lo, punir o atleta, mas isso também parece ser algo distante. Então, assim como hoje o jogador não pode tirar a camisa no momento de festejar o gol, punido com cartão amarelo, o gesto de mandar o torcedor adversário silenciar, depende do clima da partida, poderia até ser punido com o cartão vermelho. Chega de violência, começando pelos atos que podem provocá-la.
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E a tradição vai se confirmando mais uma vez. O Potiguar começa o Campeonato Estadual de forma, digamos, relaxada, pouco organizada, e aos poucos vai tomando forma. Depois de um primeiro turno sofrível, lidera o segundo e com bastante moral. Venceu o ASSU por 2 a 0 na estreia e, na partida seguinte já sapecou 3 a 1 para cima do América-RN, concorrente direto a vaga de finalista da Copa RN. Bom, o momento não é de empolgação e sim, muita concentração para não perder o foco, pois ainda tem uma estrada longa e difícil pela frente até assegurar a classificação.
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Embora com novo formato, bons times montados, o que tem proporcionado jogos de qualidade, ainda existem alguns velhos costumes na Copa Libertadores. É inaceitável que ainda se precise proteger o jogador com grandes sombrinhas para que este não seja atingido por algum objeto quando vai cobrar escanteio. E mais, a tal da "catimba" dentro de campo, principalmente em cobranças de faltas em tiro livre direto, quando se perde preciosos minutos por culpa dos jogadores do time faltoso. Isso tira o brilho do bom futebol sul-americano, dando ares de futebol sujo, violento e feio. Infelizmente estamos vendo isso acontecer mais uma vez. Futebol é bonito quando bem jogado, unicamente na bola e seguindo suas regras. Chega de querer ganhar no grito e na força bruta.
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É só pressão para cima do América de Natal. Sai treinador, chega treinador, o tempo passa e o time não consegue engrenar uma caminhada de resultados positivos. Vai caminhando para mais um fracasso no certame estadual e deixando seu torcedor cada vez mais preocupado com aquilo que poderá acontecer na quarta divisão do Campeonato Brasileiro. Até aqui, nenhuma expectativa positiva e o ambiente só tende a ficar mais difícil a cada resultado adverso. Se esperavam milagres do treinador Flávio Araújo é bom começar a pensar em outra saída e sem mudar de comando, pois isso só atrasa a recuperação e prolonga o sofrimento.
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Sobrou o discurso da eliminação honrosa, se é que existe isso. Mas, esse é o discurso daqueles que noticiam a eliminação do ABC da Copa do Brasil após dois jogos contra o São Paulo. Perdeu o primeiro em campo paulista e, empatou o segundo jogando em terras potiguares. Lembrando que a disputa da Copa do Nordeste também já se foi e, o primeiro turno do estadual o alvinegro perdeu para o time do Globo. Resumindo, embora ainda não esteja pressionado, o começo de ano também não tem sido bom para o time da cartilha que prepara seu grupo para o retorno as disputas do Campeonato Brasileiro da Série B. É bom ficar esperto.
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Incrível como o cartola do futebol insiste em pular a janela. Estamos prestes a começar o Campeonato Brasileiro 2017 da Série A e, pasmem, a direção do Internacional de Porto Alegre-RS, via justiça, ainda tenta manter sua vaga. Como se sabe, dentro de campo, com um time jogando e perdendo, o Inter foi rebaixado e deve disputar a Série B. Mas, em um tribunal internacional na Suíça, os gaúchos buscam o tapetão para reverter sua incompetência em campo. A torcida é para que esse absurdo não prospere, embora se alegue o uso irregular de um jogador por parte do Vitória-BA. Se o jogador foi inscrito de forma irregular, puna-se então o setor de registro da CBF, já que o clube baiano alega inocência no caso.
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Uma vitória. Foi o suficiente para deixar o time do ASSU animado e o seu treinador eufórico com o futuro do clube no Campeonato Potiguar. Na rodada do meio de semana o Camaleão foi a Natal e venceu o Santa Cruz local por 1 a 0. Os três pontos fez o treinador Barata sonhar alto e já fala em chegar à decisão do turno. E o ASSU tem tudo para somar mais três pontos na próxima rodada quando enfrenta o instável Alecrim. Esse só aprontou mesmo para cima do Baraúnas, arrancando um empate em Mossoró, mas logo na partida seguinte perdeu 3 a 1, de virada, para o Globo.
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Enquanto o Vasco sofre em campo para se firmar, o seu presidente Eurico Miranda segue com a retórica de sempre. Considerando-se acima de tudo e de todos, como se o clube fosse dependente de suas ações. Aliás, vítima, seria o termo mais correto. Uma pena que o grupo de sócios, com direito a voto, ainda insista com esse senhor, mas, como diz o adágio: - cada povo tem o governo que merece - principalmente quando é responsável por sua eleição. Que sirva para adaptar à realidade do esporte. Esta semana resolveu abrir frente de batalha contra o ex-jogador Juninho, hoje comentarista de televisão. Juninho provou que jogou por um salário mínimo em 2011 no Vasco, pouco mais de R$ 500,00 e Eurico, mesmo vendo detalhes do contrato, disse que era mentira. Só pelo prazer de agredir um dos ídolos do clube, assim como já fez com Roberto Dinamite. Não quer saber de ninguém, na cabeça dele, que ameace seu "reinado".
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Com exceção do ABC que até a rodada da quarta-feira ainda não havia estreado no segundo turno do Campeonato Estadual, os resultados do meio de semana acabaram, por tabela, beneficiando o Baraúnas. As derrotas de América-RN, Santa Cruz de Natal e Alecrim deixaram a classificação embolada, ficando quatro times com apenas 1 ponto, entre eles, o tricolor mossoroense. Cabe agora ao Baraúnas fazer sua parte para encostar nos líderes e, a primeira chance será no domingo, 19, no clássico contra o Potiguar. O alvirrubro lidera a Copa RN (2º turno) com 6 pontos.
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Em Natal, o secretário estadual de Esporte e Lazer recebeu representantes de várias cidades, entre elas Mossoró e Baraúna. Certamente o assunto Jogos Escolares do Rio Grande do Norte ocupou maior parte da conversa, como também melhor estrutura, para atividades esportivas, nas escolas do Estado. Vejo a situação da Escola Estadual Abel Freire Coelho em Mossoró, por exemplo, que até hoje dispõe apenas de uma quadra construída ainda nos anos 80, sem cobertura. É pouco, para uma escola tão grande e importante.
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Por falar em jogos escolares, da série perguntar não paga imposto, gostaria de saber: será que teremos os Jogos Escolares de Mossoró este ano? Como se sabe, na administração do governo Silveira Júnior, "o Francisco", a competição foi adiada e em seguida cancelada em 2016, causando enorme decepção a estudantes e professores. É torcer e cobrar para que a prefeita Rosalba Ciarlini corrija esse absurdo.
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Tem razão o ídolo Zico quando critica a mudança de postura do treinador do Flamengo, Zé Roberto, na partida contra a Universidad Católica, no Chile. O time que vinha jogando ofensivamente seus jogos, mudou de filosofia optando por colocar mais um volante. Até que jogou bem, mas perdeu o poder de fogo, faltou os gols e perdeu por 1 a 0, gol de bola parada. E, mesmo com tantos volantes, o meia Diego voltou para apoiar a defesa e foi o responsável pela falta que resultou no único gol da partida e o fim da invencibilidade rubro-negra na temporada 2017. Que sirva de alerta para não comprometer a classificação na Libertadores.
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Quem fez bonito fora de casa foi o Atlético Paranaense. Foi até a Argentina e venceu o San Lorenzo, em Buenos Aires, por 1 a 0. Pelo visto, nem mesmo a proteção do papa Francisco tem servido para salvar o seu time. Foi goleado pelo Flamengo no Rio de Janeiro na estreia e agora perde mais uma, porém, em seu campo. O Furacão quer fazer história na Copa Libertadores.
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A liminar tem prazo para terminar. Alerta aos navegantes administradores do estádio Nogueirão, em Mossoró. Dia 17 de abril acaba o prazo de validade da liminar concedida pelo juiz Pedro Cordeiro para que o estádio pudesse abrir e receber jogos do Campeonato Potiguar 2017. Até lá a questão das exigências do Corpo de Bombeiros não sendo resolvida, fecha tudo outra vez e, para uma nova medida judicial, somente em segunda instância no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, com sede em Natal. O vereador Raério Cabeção andou conversando com o presidente da Liga Desportiva Mossoroense, Eudes Fernandes, porém esse não apareceu para tentar solucionar o problema no encontro que foi marcado na Câmara Municipal.
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"O VALOR DAS COISAS NÃO ESTÁ NO TEMPO QUE ELAS DURAM, MAS NA INTENSIDADE COM QUE ACONTECEM. POR ISSO EXISTEM MOMENTOS INESQUECÍVEIS, COISAS INEXPLICÁVEIS E PESSOAS INCOMPARÁVEIS." – Fernando Pessoa.

 

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Comentários   

 
0 #2 João paulo 09-10-2013 22:25
Obrigado pela lembrança,grand e Sergio o vozão chegou pra subir.
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0 #1 João paulo 09-10-2013 22:22
Grande Sergio Oliveira, o vozão chegou e não perde em casa, obrigado pela lembrança.
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