De
vez em quando, de modo bastante íntimo, anoto
frases, palavras, pensamentos para depois pensar
no que fazer com minhas anotações.
Em geral, liberto-as nos meus textos. Faço
aqui uma mostra disso. Perdura no mundo um amor radical.
Não o amor de liberdade e autonomia, como
o de Sartre e Simone de Beauvoir, mas um amor como
o dos românticos, de tentativa de fusão
e de perseverança. Isto é certo? Qual
o melhor? Não sei. |